SALTO PARA O FUTURO: DEVATE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
terça-feira, 29 de julho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008

O NTE iniciou as atividades com os cursos do PROINFO. Mas o que é PROINFO?
ProInfo - Programa Nacional de Informática na Educação
O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) é um programa educacional criado pela Portaria nº 522, de 9 de abril de 1997, pelo Ministério da Educação, para promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio.
O ProInfo é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (SEED), por meio do Departamento de Infra-Estrutura Tecnológica (DITEC), em parceria com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais.
O programa funciona de forma descentralizada, sendo que em cada Unidade da Federação existe uma Coordenação Estadual do ProInfo, cuja atribuição principal é a de introduzir o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas da rede pública, além de articular as atividades desenvolvidas sob sua jurisdição, em especial as ações dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs).
domingo, 18 de maio de 2008
Enfim terminei mais uma jornada e o melhor de tudo: COM MUITO SUCESSO!Portanto é hora de agradecer!
Agradeço a Deus por me permitir cumprir esta tarefa.
Aos meus familiares pela compreensão e apoio.
À minha Orientadora. Iris Tempel Costa por sua competência profissional, dedicação e paciência ao me orientar nesta caminhada.
As professoras parceiras Naidi e Ivani por me fazerem acreditar que existem pessoas comprometidas com uma educação de qualidade. Agradeço a disponibilidade, parceria e confiança.
Os alunos parceiros que aceitaram o desafio de trabalhar com Projetos de Aprendizagem em ambiente informatizado, contribuindo para que fosse possível a construção compartilhada do conhecimento.
À minha amiga e companheira de curso Jucela, pelas aprendizagens significativas e trocas de experiências.
domingo, 27 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Tenho deixado de lado este meu espaço, mas também tendo sentido falta dos colegas de curso e da Prof. iris, ninguém mais passou por aqui. Resolvi colocar no meu MSN esta mensagem: VALE A PENA VISITAR: celoy-celomascarello.blogspot.com e tenho recebido algumas visitas dos amigos!
Mas....Amanhã meu grupo do NTE Xanxerê dará inicio a uma capacitação aos Assistentes Técnicos Pedagógicos das escolas que possuem SIs. Vamos trabalhar com uma Série do salto Para o Futuro chamada Escola Faz Tecnologia Faz Escola e também estaremos trabalhando sobre Projetos de Aprendizagem.
Usarei este espaço para postar os resultados do trabalho, bem como imagens e páginas das alunas.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
A Informática e a Educação
A presença das tecnologias da informação e da comunicação, nas escolas, está sendo cada vez mais freqüente, porém as formas de trabalho e direcionamento das atividades são na maioria das vezes contraditórias e conflitantes. Para alguns, a utilização destas tecnologias não passa de aulas de informática cuja preocupação é que o aluno tenha domínio dos recursos que o computador dispõe na sua utilização. Outros direcionam a utilização a soluções práticas de conteúdos de uma determinada disciplina, outros ainda associam a aplicabilidade das mídias à solução de pequenos projetos, por vezes desconectados da realidade não só do aluno como da própria escola, resultando numa motivação temporária.
Portanto, não basta apenas munir as escolas com computadores, é imprescindível mudar sua estrutura organizacional e o papel dos educadores precisa ser revisto, considerando as possibilidades de produção de novas relações mediadas pela informática na escola.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
SER OU ESTAR PROFESSOR?
(Peter Beidler – texto adaptado)
Porque sou professor?
Não é porque a tarefa seja fácil, certamente, pelo contrário;é a mais difícil de todas as maneiras que já tentei para ganhar a vida. Nem tão pouco para ostentar, até mesmo porque não conheço ninguém que tenha ficado rico sendo realmente
professor.
Não ensino por pensar que sei todas as respostas, ou porque tenho uma bagagem cultural que me sinto impelido a partilhar, ou um título que preciso mostrar, até porque “quanto mais sei, sei que nada sei”.
Porque sou professor?
Não é porque a tarefa seja fácil, certamente, pelo contrário;é a mais difícil de todas as maneiras que já tentei para ganhar a vida. Nem tão pouco para ostentar, até mesmo porque não conheço ninguém que tenha ficado rico sendo realmente
professor.
Não ensino por pensar que sei todas as respostas, ou porque tenho uma bagagem cultural que me sinto impelido a partilhar, ou um título que preciso mostrar, até porque “quanto mais sei, sei que nada sei”.
Então porque ensino?
Ensino porque esta profissão baseia-se na mudança. Mesmo quando o material de trabalho é o mesmo eu mudo, e o que é mesmo importante é que meus alunos também mudam.
Ensino porque gosto da liberdade de poder errar, de aprender e compreender melhor minhas próprias lições, e porque estimulando meus alunos estimulo a mim próprio, o tempo todo.
Ensino porque gosto de levantar questões que levem meus alunos a pesquisar para terem suas próprias respostas.
Ensino porque gosto de aprender. Na verdade, serei professor enquanto puder aprender.
Ensino pelas pessoas que crescem e mudam diante de meus olhos.
Ensino pelo fato de poder sugerir ações, provocar polêmicas, fazer perguntas incômodas, condenar tentativas de ocultação da verdade e, principalmente, de poder indicar caminhos.
Ensino porque estando no meio de gente que desabrocha, que se descobre profissionalmente, sinto-me também desabrochando, descobrindo-me todos os dias, ser um bom profissional.
E, finalmente, ensino porque me sinto feliz sendo professor;não encontrei razão ainda para apenas estar professor,
Xanxerê, 15 de Outubro de 2007.
Ensino porque esta profissão baseia-se na mudança. Mesmo quando o material de trabalho é o mesmo eu mudo, e o que é mesmo importante é que meus alunos também mudam.
Ensino porque gosto da liberdade de poder errar, de aprender e compreender melhor minhas próprias lições, e porque estimulando meus alunos estimulo a mim próprio, o tempo todo.
Ensino porque gosto de levantar questões que levem meus alunos a pesquisar para terem suas próprias respostas.
Ensino porque gosto de aprender. Na verdade, serei professor enquanto puder aprender.
Ensino pelas pessoas que crescem e mudam diante de meus olhos.
Ensino pelo fato de poder sugerir ações, provocar polêmicas, fazer perguntas incômodas, condenar tentativas de ocultação da verdade e, principalmente, de poder indicar caminhos.
Ensino porque estando no meio de gente que desabrocha, que se descobre profissionalmente, sinto-me também desabrochando, descobrindo-me todos os dias, ser um bom profissional.
E, finalmente, ensino porque me sinto feliz sendo professor;não encontrei razão ainda para apenas estar professor,
Xanxerê, 15 de Outubro de 2007.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
ESCOLA PARCEIRA
Nome da escola
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESIDENTE ARTUR DA COSTA E SILVA
Nome do(s) professor(s) parceiro(s
NAIDI SAUER SCHAMANN E IVANI INES DALVESCO BRUNETTO
área de atuação – MAGISTÉRIO
Série - 4ª
Turma – NOTURNO
Número de alunos - 38
Número de encontros de trabalho pretendidos com os alunos – 04 encontros
Número de horas por encontro – 05 horas aula
Número de computadores disponíveis - 20
Tipo de conexão a Internet – ADSL 128k
Alunas cursistas turma 07
JUCELA REGINA PINOTTI CELOY APARECIDA MASCARELLO
Nome da escola
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESIDENTE ARTUR DA COSTA E SILVA
Nome do(s) professor(s) parceiro(s
NAIDI SAUER SCHAMANN E IVANI INES DALVESCO BRUNETTO
área de atuação – MAGISTÉRIO
Série - 4ª
Turma – NOTURNO
Número de alunos - 38
Número de encontros de trabalho pretendidos com os alunos – 04 encontros
Número de horas por encontro – 05 horas aula
Número de computadores disponíveis - 20
Tipo de conexão a Internet – ADSL 128k
Alunas cursistas turma 07
JUCELA REGINA PINOTTI CELOY APARECIDA MASCARELLO
sexta-feira, 31 de agosto de 2007

FINALIZANDO O PROA 12
Em sua busca ativa de conhecimento sobre como ser e viver, as crianças, os adolescentes e muitos adultos aprendem sobre as pessoas e sobre a vida assistindo a estes reality shows.
Portanto não há dúvida que esse tipo de programação exerce forte influência no modo de ser de nossas crianças e jovens, mas pensando por hipótese, será que uma TV perfeita, eticamente concebida e esteticamente bem produzida, criaria cidadãos perfeitos? Criaria pessoas exemplares, independente das famílias e grupos sociais a que pertencessem?
É obvio que não pois as pessoas não absorvem igualmente o que vêem e a influência da mídia também está densamente entrelaçada com a conjuntura das famílias e da escola.
Enquanto escola, devemos buscar conhecer as preferências de nossos alunos quanto as mídias e trabalhá-las a nosso favor, submetendo-as a uma analise destinada a mostrar como valorizam, entre outros aspectos, a dignidade da pessoa e os valores de cidadania.
Em resumo, são muitos os aspectos que podem ser explorados em trechos de programas de TV. No começo pode parecer complicado, mas indo devagar, selecionando pequenas passagens, escolhendo programas mais simples, poderemos, além de desenvolver um olhar critico sobre o que a TV mostra, trabalhar sobre questões de língua portuguesa;sobre o objetivo de uma propaganda ou sobre outro tipo de programa.
É preciso trazer a TV para a sala de aula, mas não para assistir a ela sem compromisso. Trazê-la para aprender a trabalhar com ela, mostrando o que traz de negativo e de positivo.
Voltando ao relato das atividades desenvolvidas pelos alunos, voltei no dia seguinte para realizarmos a segunda etapa das atividades ou seja escrever um roteiro para uma nova história baseada em um reality show com novos valores.
As idéias foram muitas e variadas “...simpatia e alegria são os principais, um romance também ganha muito carisma do público, o personagem não deve se envolver em intrigas e fofocas.”
Pode-se perceber aí a importância de levar o aluno a criar um produto midiatico, incentivando-o a refletir sobre quem interessa atingir com essa criação e o poder que tem o criador da mídia.Certamente depois dessa atividade o olhar de nossos alunos sobre o que é veiculado pela televisão será bem diferente, mais critico e reflexivo das partes mais corrompidas dos conteúdos da mídia, pois sabendo-se que o receptor nunca é passivo, aí reside uma primordial função da escola, ou seja o comprometimento com a promoção de uma alfabetização para a mídia e conseqüente formação crítica e significativa sobre o assunto.
Enfim posso dizer que fecho com chave de ouro esta disciplina, mudei conceitos, pois sempre considerei a programação da televisão ruim e fútil e agora percebo como esse meio de comunicação é importante para nossas crianças e jovens e o quanto é necessário nossa intervenção enquanto educadores na construção de um olhar critico sobre o que é veiculado, além do que trabalhar com programação de TV pode render aulas mais dinâmicas e atraentes. E o mais importante disseminei a idéia na escola, encontrei parceiros interessados no trabalho e em continuar com o trabalho.
Portanto não há dúvida que esse tipo de programação exerce forte influência no modo de ser de nossas crianças e jovens, mas pensando por hipótese, será que uma TV perfeita, eticamente concebida e esteticamente bem produzida, criaria cidadãos perfeitos? Criaria pessoas exemplares, independente das famílias e grupos sociais a que pertencessem?
É obvio que não pois as pessoas não absorvem igualmente o que vêem e a influência da mídia também está densamente entrelaçada com a conjuntura das famílias e da escola.
Enquanto escola, devemos buscar conhecer as preferências de nossos alunos quanto as mídias e trabalhá-las a nosso favor, submetendo-as a uma analise destinada a mostrar como valorizam, entre outros aspectos, a dignidade da pessoa e os valores de cidadania.
Em resumo, são muitos os aspectos que podem ser explorados em trechos de programas de TV. No começo pode parecer complicado, mas indo devagar, selecionando pequenas passagens, escolhendo programas mais simples, poderemos, além de desenvolver um olhar critico sobre o que a TV mostra, trabalhar sobre questões de língua portuguesa;sobre o objetivo de uma propaganda ou sobre outro tipo de programa.
É preciso trazer a TV para a sala de aula, mas não para assistir a ela sem compromisso. Trazê-la para aprender a trabalhar com ela, mostrando o que traz de negativo e de positivo.
Voltando ao relato das atividades desenvolvidas pelos alunos, voltei no dia seguinte para realizarmos a segunda etapa das atividades ou seja escrever um roteiro para uma nova história baseada em um reality show com novos valores.
As idéias foram muitas e variadas “...simpatia e alegria são os principais, um romance também ganha muito carisma do público, o personagem não deve se envolver em intrigas e fofocas.”
Pode-se perceber aí a importância de levar o aluno a criar um produto midiatico, incentivando-o a refletir sobre quem interessa atingir com essa criação e o poder que tem o criador da mídia.Certamente depois dessa atividade o olhar de nossos alunos sobre o que é veiculado pela televisão será bem diferente, mais critico e reflexivo das partes mais corrompidas dos conteúdos da mídia, pois sabendo-se que o receptor nunca é passivo, aí reside uma primordial função da escola, ou seja o comprometimento com a promoção de uma alfabetização para a mídia e conseqüente formação crítica e significativa sobre o assunto.
Enfim posso dizer que fecho com chave de ouro esta disciplina, mudei conceitos, pois sempre considerei a programação da televisão ruim e fútil e agora percebo como esse meio de comunicação é importante para nossas crianças e jovens e o quanto é necessário nossa intervenção enquanto educadores na construção de um olhar critico sobre o que é veiculado, além do que trabalhar com programação de TV pode render aulas mais dinâmicas e atraentes. E o mais importante disseminei a idéia na escola, encontrei parceiros interessados no trabalho e em continuar com o trabalho.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
DESCOBRINDO.....DESCOBRINDO.....
Tenho feito descobertas magnificas nesta especialização. Em minha última espionagem no Proa17 aprendi a utilizar o COMEEKO. É uma ferramenta muito útil pedagogicamente. Vejam a história em quadrinhos que eu fiz.O roteiro é de Antonio Gian Danton e os personagens sou eu e meus filhos.
Tenho feito descobertas magnificas nesta especialização. Em minha última espionagem no Proa17 aprendi a utilizar o COMEEKO. É uma ferramenta muito útil pedagogicamente. Vejam a história em quadrinhos que eu fiz.O roteiro é de Antonio Gian Danton e os personagens sou eu e meus filhos.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Valeu a pena todo o esforço no Proa 15b. Hoje foi divulgada a Planilha de avaliação e conquistei o conceito A. Muitos reprovaram. Portanto, entender o Prolog, foi desafio, mas consegui. Consegui porque tive ajuda de meu querido filho, expert, curioso sempre disposto a aprender e a me ensinar. É estamos aprendendo sempre. Percebo que o que muitas vezes não faz sentido para nós professores, é o máximo para nossos alunos. Foi o caso do Prolog, não me motivei, não entendia como acontecia o processo e, vejam, não só aprendi a usar como até gostei. Sendo assim, nada de afogar o aluno com coisas prontas e acabadas.O caminho a ser trilhado é o da descoberta, da aventura do saber.
segunda-feira, 16 de julho de 2007
APRENDENDO COM O PROA17
Estou visitando frequentemente a disciplina do Proa17. Estou aprendendo muito. Eu nem sabia que existiam os tais de RSS, FEEDS, XLM.Bom para testar e descobrir mais me cadastrei no Bloglines e estou acompanhando alguns Blogs interessantes. É maravilhoso, não se perde tempo.Também dei uma melhorada no visual de meu Blog.
Alias está postagens feita por e-mail também aprendi no Proa17. Não sou aluna da disciplina.Mas aprendi muiiito.
Alias está postagens feita por e-mail também aprendi no Proa17. Não sou aluna da disciplina.Mas aprendi muiiito.
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terça-feira, 26 de junho de 2007
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